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Última edição · 18 de set. de 2026

A Amazon já fatura mais alugando que vendendo

Receita líquida por linha de negócio, em % do total de cada exercício: 2019 contra 2025

  • 2019
  • 2025
0%10%20%30%40%50%Lojas online2019 · Lojas online: 50,35%2025 · Lojas online: 37,56%37,6%Serviços a vendedores2019 · Serviços a vendedores: 19,16%2025 · Serviços a vendedores: 24,01%24,0%AWS (nuvem)2019 · AWS (nuvem): 12,49%2025 · AWS (nuvem): 17,96%18,0%Publicidade2019 · Publicidade: 4,50%2025 · Publicidade: 9,57%9,6%Assinaturas2019 · Assinaturas: 6,85%2025 · Assinaturas: 6,92%6,9%Lojas físicas2019 · Lojas físicas: 6,13%2025 · Lojas físicas: 3,15%3,2%Outros2019 · Outros: 0,52%2025 · Outros: 0,83%0,8%20192025Em 2023 terceiros, publicidade e AWS passaram aslojas: 48,3% contra 43,8% da receita
Fonte: SEC EDGAR, 10-K da Amazon.com, Inc. (CIK 1018724), Disaggregation of Revenue, acesso em 18/09/2026
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A Amazon já fatura mais alugando que vendendo

Em 2025 a Amazon faturou US$ 716,9 bilhões. Vender produto próprio, nas lojas online e físicas, respondeu por 40,7% do total (US$ 291,8 bilhões). Cobrar de quem usa a plataforma respondeu por 51,5% (US$ 369,5 bilhões): US$ 172,2 bilhões em serviços a vendedores terceiros, US$ 128,7 bilhões de AWS e US$ 68,6 bilhões de publicidade. Em 2019 a conta era 56,5% contra 36,2%. A virada foi em 2023, quando as três linhas cobradas do lojista passaram as lojas por 48,3% contra 43,8%. A loja não encolheu: as lojas online quase dobraram em dinheiro, de US$ 141,2 bilhões para US$ 269,3 bilhões. O que mudou foi a velocidade: publicidade multiplicou por 5,4, serviços a vendedores por 3,2 e AWS por 3,7, contra 1,9 da loja online. As assinaturas, onde mora o Prime, ficaram paradas em participação (6,85% para 6,92%). Dado do SEC EDGAR, 10-K de 2019 a 2025.